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Avaliação de risco

Gestão de risco em pequenas e médias empresas (PME)

Há cada vez mais pessoas falando que uma crise econômica está chegando e que há cada vez mais fatores que ameaçam o desenvolvimento das empresas polonesas. Recentemente, temos ouvido muitas frases do tipo “os melhores tempos da economia polonesa já passaram”.

Entre as razões, sempre há o impacto da economia global e o clima político e econômico nos países aos quais chegam, de maneira direta ou indireta, produtos de empresas polonesas.

O produto bruto polonês e, em 55%, baseado na exportação, e o impacto da importação é ainda maior. Isso é visível sobretudo no setor madeireiro, de papel e em indústrias relacionadas.

Sendo que as empresas polonesas estão tão dependentes das turbulências que ocorrem em outros países, o planejamento e a realização de investimentos tornam-se extremamente difíceis. Ao mesmo tempo, as empresas não têm possibilidade de pagar os valores exorbitantes para contratar serviços de agências de classificação de risco. As empresas que já tinham feito os investimentos e depois viram a sua classificação diminuir podem estar em situação ainda pior.

Implementar mudanças no projeto de investimento anteriormente elaborado pode ser inevitável. Do ponto de vista da empresa, avaliar a escala da crise e prever a sua duração é uma tarefa difícil. Além disso, determinar de forma independente as possibilidades reais de obter receitas a um nível que permita manter a liquidez financeira, na perspetiva da realização de todo o projeto de investimento, pode levar à falência da empresa.

Na hora de planejar um investimento, costuma-se prestar muita atenção à avaliação da eficácia do projeto de investimento, fazendo um cálculo econômico adequado que nos permita avaliar a rentabilidade do investimento. Quanto às empresas do setor madeireiro e de papel, estas devem prestar mais atenção à previsão correta do lucro e à extensão do período de retorno do investimento.
Neste caso, o que se deve fazer é elaborar um sistema de gestão de riscos e avaliação de riscos reais para a sua empresa.
Uma solução para esses problemas é a diretriz ISO 31000. A implementação dos princípios da norma ISO 31000 permite, ao mesmo tempo, cumprir os requisitos da norma ISO 9001:2015 no âmbito da avaliação de riscos, bem como verificar a resiliência da empresa e responder aos riscos existentes e potenciais.
Ao elaborar um sistema próprio de gerenciamento de risco, um erro que muitas empresas cometem é prestar demasiada atenção aos riscos que resultam do ambiente macroeconômico da empresa, ou erros de aproximação relacionados com isso.
A nossa ajuda na elaboração de sistema de gestão de risco adequado baseia-se no uso de uma série de métodos e ferramentas dedicados a esse objetivo, de acordo com a norma relativa à gestão de risco ISO/IEC 31010, incluindo:
• Análise de Causa Raiz,
• Brainstorming,
• Entrevistas Estruturadas ou Semiestruturadas,
• Estudos de Perigos e Operabilidade (HAZOP),
• Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP),
• Técnica Estruturada "E se" ("What if?") (SWIFT),
• Índices de Risco,
• Análise de Cenários,
• Análise de Modos e Efeitos de Falha (FMEA),
• Análise de Árvore de Falhas (FTA),
• Análise de Árvore de Eventos (ETA),
• Análise de Causa-Consequência (CCA),
• Diagrama de Ishikawa (análise de causa e efeito),
• Análise de Markov,
• Simulação de Monte Carlo,
• Análise da Confiabilidade Humana,
• Análise Bayesiana e redes Bayesianas,
• Análise de Tendências,
• Análise de Camadas de Proteção (LOPA),
• Análise de Árvore de Decisão,
• Avaliação do Risco Ambiental,
• Análise de Impacto nos Negócios,
• Análise por Multicritério (MCA),
• Análise de Impacto Cruzado,
• Diagramas F-N (Frequência-Número),
• Matriz de Probabilidade/Consequência,
• Análise de Custo/Benefício,
• Técnica Delphi.
A quantidade de métodos e técnicas utilizadas depende da complexidade e do número dos riscos existentes. Em cada caso, é preciso fazer uma avaliação dos riscos individuais e escolher métodos e técnicas adequados. A nossa empresa é certamente especializada em usar a técnica Delphi e analisar o impacto em um negócio com base na precisão dos resultados obtidos. Segundo uma pesquisa científica, o erro de previsão de riscos com a técnica Delphi é muito menor, em relação aos outros métodos, por exemplo, quantitativos e não estruturados. Em pesquisas relativas à previsão de preços, o erro foi de 3-4% ao utilizar a técnica Delphi, e 10-15% ao usar os métodos quantitativos tradicionais e chegava a 20% no caso de previsões subjetivas. O método utiliza um painel de especialistas para avaliar a probabilidade de um evento futuro. O resultado (a previsão) é o consenso dos especialistas sobre um determinado tema.

As vantagens desse método são numerosas, por exemplo:
● Anonimato
● Opinião de especialistas independente
● Processo de múltiplas etapas
● Compilação das respostas e refinamento das estimativas
Garantimos o completo anonimato e a manutenção dos dados da empresa em sigilo, ao mesmo tempo, garantindo o profissionalismo no âmbito da elaboração do sistema de gestão de riscos.
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